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sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
É a crise… > Ford no WRC em ‘stand by’… e MINI procura ‘sponsor’
Os tempos de ansiedade no Mundial de Ralis continuam com a Ford ainda sem poder confirmar a sua presença no campeonato do próximo ano.

A dois meses do arranque do próximo WRC, Gerard Quinn, o patrão da Ford Motorsport Europe deu a entender que a discussão sobre a presença da equipa em 2012 ainda não foi encerrada, pois até agora a prioridade era concentrar todos os esforços na tentativa de assegurar o título de Pilotos que lhe escapa desde 1981 (conquistado por Ari Vatanen e David Richards, num Escort privado).
Muitos elementos da equipa oficial confirmaram também que os seus contratos não têm sido renovados e que não o serão até a situação da equipa ficar resolvida, parecendo a única exceção ser a de Jari-Matti Latvala que, para o bem ou para o mal, já prolongou a sua ligação à marca oval.
Já com a MINI a situação é, aparentemente, menos comprometedora, mas, sem dúvida, surpreendente, já que a marca ligada à Prodrive não está a conseguir arranjar um patrocinador principal que lhe permita ‘respirar com plena saúde’ no próximo ano, o que diz bem das dificuldades que se avizinham em termos económicos, sendo a contenção a palavra de ordem.
O primeiro sintoma foi o reajustamento e adiamento do calendário de testes para o Rally de Monte Carlo e Suécia que David Richards negou ter relação direta com a falta de orçamento para 2012: “Essa decisão é antes uma consequência de, estrategicamente, a equipa ter adiado para dia 1 de março a homologação de certos componentes do carro”. Para acalmar as hostes, Dirk Hollberg, responsável máximo da MINI Motorsport, assegurou que “não há dúvida que a MINI vai estar registada como equipa oficial com dois carros no próximo WRC”.
A dois meses do arranque do próximo WRC, Gerard Quinn, o patrão da Ford Motorsport Europe deu a entender que a discussão sobre a presença da equipa em 2012 ainda não foi encerrada, pois até agora a prioridade era concentrar todos os esforços na tentativa de assegurar o título de Pilotos que lhe escapa desde 1981 (conquistado por Ari Vatanen e David Richards, num Escort privado).
Muitos elementos da equipa oficial confirmaram também que os seus contratos não têm sido renovados e que não o serão até a situação da equipa ficar resolvida, parecendo a única exceção ser a de Jari-Matti Latvala que, para o bem ou para o mal, já prolongou a sua ligação à marca oval.
Já com a MINI a situação é, aparentemente, menos comprometedora, mas, sem dúvida, surpreendente, já que a marca ligada à Prodrive não está a conseguir arranjar um patrocinador principal que lhe permita ‘respirar com plena saúde’ no próximo ano, o que diz bem das dificuldades que se avizinham em termos económicos, sendo a contenção a palavra de ordem.
O primeiro sintoma foi o reajustamento e adiamento do calendário de testes para o Rally de Monte Carlo e Suécia que David Richards negou ter relação direta com a falta de orçamento para 2012: “Essa decisão é antes uma consequência de, estrategicamente, a equipa ter adiado para dia 1 de março a homologação de certos componentes do carro”. Para acalmar as hostes, Dirk Hollberg, responsável máximo da MINI Motorsport, assegurou que “não há dúvida que a MINI vai estar registada como equipa oficial com dois carros no próximo WRC”.
Categoria R4T a caminho da aprovação nos ralis?
A FIA prepara-se para confirmar o regulamento dos futuros R4T, uma espécie de S2000 (Classe 1) ‘light’ na próxima reunião do Conselho Mundial de dezembro.

A nova fórmula usará carros de tração integral, mas que podem ter órgãos mecânicos como o motor, caixa e transmissão originários de uma grande variedade de carros (tal como nos atuais S2000), ainda que com custos muito mais controlados.
No entanto, os propulsores deverão ser de série 1,6 litros de quatro cilindros com turbo e deverão usar um restritor de 32 mm (que poderá ser ainda alterado finalizados os testes da FIA). Contudo, ao contrário dos novos S2000 da Classe 1 (1,6 litros turbo), o motor não deve ser ‘global’, nem fica obrigado à tecnologia da injeção direta (a menos que, de série, o motor base já a utilize). Sistemas de cárter seco também estão proibidos, tal como o uso de um diferencial central e as caixas deverão ter apenas cinco em vez de seis relações. Cada órgão deverá ter um valor máximo, por forma a ser mais fácil fazer o controlo global de custos e os carros deverão apenas entrar em ação em 2013.
A nova fórmula usará carros de tração integral, mas que podem ter órgãos mecânicos como o motor, caixa e transmissão originários de uma grande variedade de carros (tal como nos atuais S2000), ainda que com custos muito mais controlados.
No entanto, os propulsores deverão ser de série 1,6 litros de quatro cilindros com turbo e deverão usar um restritor de 32 mm (que poderá ser ainda alterado finalizados os testes da FIA). Contudo, ao contrário dos novos S2000 da Classe 1 (1,6 litros turbo), o motor não deve ser ‘global’, nem fica obrigado à tecnologia da injeção direta (a menos que, de série, o motor base já a utilize). Sistemas de cárter seco também estão proibidos, tal como o uso de um diferencial central e as caixas deverão ter apenas cinco em vez de seis relações. Cada órgão deverá ter um valor máximo, por forma a ser mais fácil fazer o controlo global de custos e os carros deverão apenas entrar em ação em 2013.
Armindo Araújo > “O MINI JCW WRC tem um erro de conceção, pois tem os radiadores e o turbo colocados numa posição muito adiantada e baixa”
‘Joker’ para o motor só no México 2012!
O novo MINI John Cooper Works WRC teve este ano bastantes problemas de juventude, e um deles, simplesmente deixava os seus pilotos à beira de um ataque de nervos. Curiosamente, no Rally da Grã-Bretanha, com a lama, não existiu qualquer problema grave do motor, mas Armindo Araújo explicou porque é que esse foi o maior condicionalismo durante toda a época:
“O carro tem um erro de conceção, já que tem os radiadores e o turbo colocados numa posição demasiado adiantada e baixa e isso faz com que a terra, pó e lama fiquem mais suscetíveis de entrar na admissão. Quando isso acontece, o motor sobreaquece e entra em ‘modo de segurança’ e isso, este ano, estragou-nos algumas provas, tal como aos carros oficiais.”

Detetado o erro, a Prodrive trabalha já na sua correção, mas por questões de tempo e de homologações, só deverá gastar um ‘joker’ (o seu primeiro) para solucionar o problema no Rally do México 2012 ou seja, no terceiro rali do próximo ano: “Pode não ser tão grave como à primeira vista possa parecer, pois em Monte Carlo, em asfalto, não deverá haver problemas e na neve da Suécia, não havendo certezas, também não deverá ser tão complicado”, explicou Armindo Araújo.
Dessa forma, a ideia é recolocar o radiador e o turbo numa posição mais recuada, pelo que na prova portuguesa já teremos os MINI sem esse arreliador problema.
O novo MINI John Cooper Works WRC teve este ano bastantes problemas de juventude, e um deles, simplesmente deixava os seus pilotos à beira de um ataque de nervos. Curiosamente, no Rally da Grã-Bretanha, com a lama, não existiu qualquer problema grave do motor, mas Armindo Araújo explicou porque é que esse foi o maior condicionalismo durante toda a época:
“O carro tem um erro de conceção, já que tem os radiadores e o turbo colocados numa posição demasiado adiantada e baixa e isso faz com que a terra, pó e lama fiquem mais suscetíveis de entrar na admissão. Quando isso acontece, o motor sobreaquece e entra em ‘modo de segurança’ e isso, este ano, estragou-nos algumas provas, tal como aos carros oficiais.”
Detetado o erro, a Prodrive trabalha já na sua correção, mas por questões de tempo e de homologações, só deverá gastar um ‘joker’ (o seu primeiro) para solucionar o problema no Rally do México 2012 ou seja, no terceiro rali do próximo ano: “Pode não ser tão grave como à primeira vista possa parecer, pois em Monte Carlo, em asfalto, não deverá haver problemas e na neve da Suécia, não havendo certezas, também não deverá ser tão complicado”, explicou Armindo Araújo.
Dessa forma, a ideia é recolocar o radiador e o turbo numa posição mais recuada, pelo que na prova portuguesa já teremos os MINI sem esse arreliador problema.
Treinos cronometrados
24h TT Fronteira: Laurent Poletti mais rápido no domínio das equipas estrangeiras
O francês Laurent Poletti, aos comandos de Asmo Porsche de 360 cavalos de potência, estabeleceu o melhor tempo nos treinos cronometrados para a 14ª edição das 24 Horas TT Vodafone-Vila de Fronteira, a última competição oficial da temporada de todo o terreno.
Com 90 equipas presentes, num total de 338 pilotos, a prova alentejana apresenta este ano uma pista totalmente seca, ao contrário do que tem sido habitual nas últimas edições, facto que irá também ser mais exigente para as mecânicas, pelo que a resistência das máquinas será muito mais decisiva para a vitória final do que as suas performances.
Poletti, vencedor da prova em 2005, aproveitou bem o pouco trânsito na pista para conseguir logo nos primeiros momentos a sua volta mais rápida, confirmando assim as boas indicações que este conjunto já tinha dado nas 24 Horas de Paris, onde também estabeleceu a "pole": «A pista estava excelente e a volta correu muito bem. No entanto, o nosso objectivo é terminar a prova, pelo que iremos impor um ritmo mais a pensar nisso do que em tentar lutar pela vitória. É sempre um prazer vir correr em Fronteira, sem dúvida o melhor traçado na Europa para este estilo de prova».
Curiosamente, o resultado dos treinos desta edição foi muito semelhante ao do ano passado, com o francês Laurent Dornel a repetir a segunda posição com o Caze Buggy equipado com motor Nissan, o único a andar relativamente perto dos tempos de Poletti: «A pista estava excelente mas muito escorregadia, mas é muito mais agradável conduzir com estas condições atmosféricas, apesar de podermos arriscar um pouco de pó».
Tal como em 2010, José Pedro Fontes foi o piloto português mais rápido, estabelecendo a terceira melhor marca, mas já a 10,75s da "pole": «Guiar aqui um carro de duas rodas motrizes, como é o caso do BMW Oryx, torna as coisas bem mais difíceis, pois andamos sempre de lado, sem grande tracção, sobretudo nas zonas mais lentas. Mas o veículo parece-me robusto, capaz de suportar a dureza da prova, e este pode ser o nosso principal trunfo».
O domínio das equipas estrangeiras nestes treinos cronometrados foi evidente, pois só outra equipa nacional - a de Jorge Silva, numa Toyota Hilux - se conseguiu intrometer no "top ten", sendo as restantes oito posições ocupadas por sete formações franceses e uma italiana.
A partida para esta edição das 24 Horas TT Vodafone-Vila de Fronteira está agendada para as 13h00 de amanhã, dia 26, depois da realização do "warm up", previsto entre as 9h00 e as 10h00.
Top10 dos Treinos: 1º Poletti/Annee/Desgranges (Asmo Porsche), 10m 05,27s; 2º Dornel/Lacam/Garicoix/Castan (Caze Buggy), a 1,83s; 3º Fontes/Coimbra/Barbosa/Lauilhe/Vincendeau (BMW Oryx), a 10,75s; 4º Moilet/
Galland/Baille (MGR 206 CC), a 10,76s; 5º Vanier/Fabre/Knoll (Schmit 206), a 16,33s; 6º Andrade/Duplé/Sousa/Pita (Monce Clio V6), a 21s; 7º Barbry/Clerget/Andrade/Lansac (BMC BMW), a 22,74s; 8º Demota/Andrieu/Encausse/Meyleu (Nissan DRV2), a 22,8s; 9º Silva/Rolla/Inácio/Ramos/Cunha (Toyota Hilux), a 30,49s; 10º A. Manfrinato/M. Manfrinato/G. Manfrinato (Renault Megane Proto), a 30,8s.
Classificação geral dos treinos
Poletti, vencedor da prova em 2005, aproveitou bem o pouco trânsito na pista para conseguir logo nos primeiros momentos a sua volta mais rápida, confirmando assim as boas indicações que este conjunto já tinha dado nas 24 Horas de Paris, onde também estabeleceu a "pole": «A pista estava excelente e a volta correu muito bem. No entanto, o nosso objectivo é terminar a prova, pelo que iremos impor um ritmo mais a pensar nisso do que em tentar lutar pela vitória. É sempre um prazer vir correr em Fronteira, sem dúvida o melhor traçado na Europa para este estilo de prova».
Curiosamente, o resultado dos treinos desta edição foi muito semelhante ao do ano passado, com o francês Laurent Dornel a repetir a segunda posição com o Caze Buggy equipado com motor Nissan, o único a andar relativamente perto dos tempos de Poletti: «A pista estava excelente mas muito escorregadia, mas é muito mais agradável conduzir com estas condições atmosféricas, apesar de podermos arriscar um pouco de pó».
Tal como em 2010, José Pedro Fontes foi o piloto português mais rápido, estabelecendo a terceira melhor marca, mas já a 10,75s da "pole": «Guiar aqui um carro de duas rodas motrizes, como é o caso do BMW Oryx, torna as coisas bem mais difíceis, pois andamos sempre de lado, sem grande tracção, sobretudo nas zonas mais lentas. Mas o veículo parece-me robusto, capaz de suportar a dureza da prova, e este pode ser o nosso principal trunfo».
O domínio das equipas estrangeiras nestes treinos cronometrados foi evidente, pois só outra equipa nacional - a de Jorge Silva, numa Toyota Hilux - se conseguiu intrometer no "top ten", sendo as restantes oito posições ocupadas por sete formações franceses e uma italiana.
A partida para esta edição das 24 Horas TT Vodafone-Vila de Fronteira está agendada para as 13h00 de amanhã, dia 26, depois da realização do "warm up", previsto entre as 9h00 e as 10h00.
Top10 dos Treinos: 1º Poletti/Annee/Desgranges (Asmo Porsche), 10m 05,27s; 2º Dornel/Lacam/Garicoix/Castan (Caze Buggy), a 1,83s; 3º Fontes/Coimbra/Barbosa/Lauilhe/Vincendeau (BMW Oryx), a 10,75s; 4º Moilet/
Galland/Baille (MGR 206 CC), a 10,76s; 5º Vanier/Fabre/Knoll (Schmit 206), a 16,33s; 6º Andrade/Duplé/Sousa/Pita (Monce Clio V6), a 21s; 7º Barbry/Clerget/Andrade/Lansac (BMC BMW), a 22,74s; 8º Demota/Andrieu/Encausse/Meyleu (Nissan DRV2), a 22,8s; 9º Silva/Rolla/Inácio/Ramos/Cunha (Toyota Hilux), a 30,49s; 10º A. Manfrinato/M. Manfrinato/G. Manfrinato (Renault Megane Proto), a 30,8s.
Classificação geral dos treinos
24h TT Fronteira: TV em força na festa do TT
A 14ª edição das 24 Horas TT Vodafone-Vila de Fronteira vai ter uma ampla cobertura televisiva, com transmissões nos vários canais da RTP.
Horários das transmissões
Sábado 26:12h45 - 13h30 - Direto da partida (RTPI)
17h00 - 18h30 - Diferido (RTP2)
Vários apontamentos ao longo do dia nos noticiários (RTPI)
Telejornal (RTP1)
Domingo 27:8h15 - 8h20 - Bom Dia Portugal (RTP 1)
9h45 - 9h50 - Bom Dia Portugal (RTP 1)
12h45 - 13h30 - Final da Prova (RTPI)
15h15 - 17h17 - Resumo (RTP2)
Horários das transmissões
Sábado 26:12h45 - 13h30 - Direto da partida (RTPI)
17h00 - 18h30 - Diferido (RTP2)
Vários apontamentos ao longo do dia nos noticiários (RTPI)
Telejornal (RTP1)
Domingo 27:8h15 - 8h20 - Bom Dia Portugal (RTP 1)
9h45 - 9h50 - Bom Dia Portugal (RTP 1)
12h45 - 13h30 - Final da Prova (RTPI)
15h15 - 17h17 - Resumo (RTP2)
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