LRphotography

LRphotography

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

2ª Etapa, 02.01.2012 - Ruben Faria cumpre o seu papel.

Após a 1ª etapa, onde Ruben Faria teve ordens específicas para não atacar, o dia de ontem começou com Ruben a abrandar o seu andamento para esperar pelo seu chefe de fila, Despres.

Com um total de 782km dos quais 295km eram cronometrados a 2ª etapa entre Santa Rosa de la Pampa e San Rafael mostrou que este Dakar vai ser um pouco a imagem dos anteriores onde a luta Despres/Coma vai dominar todas as atenções e onde Ruben Faria irá ter um papel decisivo para ajudar Despres a alcançar o seu objetivo que é vencer o Dakar 2012.

Despres:"Ter o Ruben Faria como meu aguadeiro é meio caminho andado para vencer o Dakar. Andar ao ritmo que andamos e olhar para trás e ver que ele está ali é uma sensação única. O Ruben é um grande piloto e não tenho duvidas que será um dos grandes nomes do Dakar"

Ruben Faria: " Ontem tive ordens para andar devagar e hoje tive de esperar pelo Cyril e perdi algum tempo. Estou contente pois fiz o meu trabalho e é para isso que cá estou. Amanhã vou apanhar muito pó por isso estou tranquilo."

Resultados da 2ª etapa:
1º Coma. KTM 03:07:21
2º Despres KTM 03:08:39
3º Barreda. Husquarna 03:09:54
(...)
15º Ruben Faria KTM 03:20:57

Classificação geral após 2ª etapa:
1º Coma KTM. 03:40:12
2º Lopez Aprilia 03:42:42
3º Despres KTM 03:43:04
(...)
13º Ruben Faria KTM 03:54:52

Hoje disputa-se a 3ª etapa entre San Rafael e San Juan com um total de 561km dos quais 270km de especial cronometrada. A primeira moto irá partir ás 06h00 locais, 09h00 em Portugal Continental.

DAKAR: Furo e problema com porta atrasam Carlos Sousa
03-Jan-2012
Depois de um excelente e promissor início de prova, ao garantir o sexto melhor tempo da geral automóvel na etapa inaugural do Dakar 2012, Carlos Sousa enfrentou os primeiros dissabores na segunda especial cronometrada desta edição, num total de 295 km cronometrados, disputada entre Santa Rosa del Atacama e San Rafael, na Argentina.
“Foram muitas e pequenas chatices para um só dia”, lamentou o piloto oficial do Team Great Wall Motors, no final de uma dura e muito quente etapa que concluiu em 11º lugar, a 17m08s do mais rápido.
Os contratempos começaram apenas alguns quilómetros após a partida, precisamente na parte mais rápida de toda a especial, mas onde Carlos Sousa acabou por ceder preciosos minutos, já que foi obrigado a parar para… trancar a porta do condutor do seu SUV Haval “que abria a cada solavanco ou mudança de direção. Foi uma situação algo insólita, mas que às vezes sucede até às melhores equipas! Mais do que a paragem, o pior é que perdemos logo o ritmo inicial de corrida e também alguma concentração”, explicou o português à chegada.
Conseguindo, apesar de tudo, estar entre os 10 mais rápidos até sensivelmente meio da especial, perdendo cerca de 1m52s para o líder virtual até ao km 170, Carlos Sousa viria pouco depois a protagonizar nova e prolongada paragem em pista, desta vez devido a um furo:
“Foi um pouco antes da passagem pelas dunas, numa zona de muitos ressaltos e ondulações e numa altura em que as suspensões perderam alguma eficácia devido ao muito calor. Aqui sim, perdemos muito tempo, talvez cerca de 7 a 8 minutos, porque tinha a porta do meu lado trancada e tive que sair do carro pelo lado do navegador. Foi uma operação algo demorada e desgastante do ponto de vista físico, já que no exterior estavam cerca de 45 graus…”, acrescentou Carlos Sousa, que voltou a manifestar algum desconforto em relação à posição de condução do seu carro.
“Até final da etapa, forçamos um pouco o andamento e conseguimos recuperar algum do tempo perdido. Contudo, já na parte final, numa zona de pedras, decidimos não arriscar com receio de mais furos. Enfim, foi uma etapa que não deixará muitas saudades, pela sucessão de pequenos problemas que tivemos de enfrentar desde início e que nos retirou alguma concentração. Mas amanhã é um novo dia e o tempo perdido nesta fase ainda não é preocupante face aos nossos objetivos”, concluiu o piloto português, que após esta segunda etapa baixou à 11ª posição da geral, embora a apenas 1m54 de um lugar no Top-10.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Novo triunfo de Elisabete Jacinto no Africa Race



Elisabete Jacinto venceu a etapa de hoje nos camiões obtendo pelo meio o terceiro posto da geral.

Novo triunfo de Elisabete Jacinto no Africa Race -
Elisabete Jacinto nem queria acreditar, quando terminou a especial cronometrada, já que apenas dois dos buggys tinham completado a prova e poucos minutos antes de o seu MAN TGS cruzar a linha de chegada, do quinto setor seletivo SS do Africa Eco Race 2012.


A piloto do Team Oleoban/MAN Portugal gastou 3h54m57s para percorrer os 367 quilómetros da especial que ligou As Sakn a Dahkla, venceu mais uma vez entre os camiões e terminou na terceira posição absoluta de uma etapa que teve Jean Louis Schlesser como vencedor.

Elisabete chegou mesmo a ser segunda ao longo de grande parte da etapa e a poucos quilómetros do final tinha apenas um minuto de desvantagem para o líder. Entre os camiões ganhou 12m49s ao Tatra do checo Tomas Tomecek uma vantagem que não foi ainda suficiente para regressar ao comando da prova entre os camiões:

"É uma etapa em que o grande mérito é do meu navegador. Um percurso era muito rápido. Fizemos uma média perto dos 100 km/h numa pista que não deixava rastos. O Zé nunca se enganou e dos quatro carros que partiram à nossa frente e ficaram para trás, só um é que o passei na pista. Os outros devem ter tido erros de navegação. O René Metge bem tinha avisado. Eu pelo meu lado cumpri. Tirei do camião tudo o que ele podia dar e viemos de facto muito depressa", salientou no final da etapa Elisabete Jacinto.

A sexta etapa leva a caravana do Africa Eco Race para a Mauritânia, ligando Dahkla a Boulanouar e desportivamente será um dia de repouso em que os concorrentes poderão retemperar forças e preparar as suas máquinas para as etapas de deserto que se irão seguir.

Jean Louis Schlesser continua a liderar à geral, com 11m04s de vantagem para Regis Delahaye (MD Rallye). Jacques Loomans (Overdrive) é terceiro na frente de Tomas Tomecek, que lidera os camiões na frente de Elisabete Jacinto, ainda com 23 minutos de vantagem.


Rali de Montelongo '12 - Informações



Elegibilidade: Campeonato Open de Ralis, Troféu Nacional de Clássicos, Campeonato de Portugal Júnior de Ralis, Campeonato Regional de Ralis - Norte, Campeonato Regional de Ralis - Noroeste.

Datas: 27 e 28 de Janeiro
Organização: Demoporto
Contacto: Telefone/Fax - 220318993
Prazo limite de inscrição: 20 de Janeiro
Itinerário: 191,51 km
Troços: 8 - 63,92 km
Piso: Asfalto
Centro nevrálgico: Parque da Cidade, Fafe
Regulamento
Boletim de inscrição
Lista de inscritos
Acessos
Horários:
28 de Janeiro, Sábado
Partida - 9:45
Assistência 9:48 <> 9:58
Cortegaça 1 - 1ª Prova Especial 10:26
Montim 1 - 2ª Prova Especial 10:59
Cortegaça 2 - 3ª Prova Especial 11:45
Montim 2 - 4ª Prova Especial 12:13
Assistência 14:03 <> 14:33
Gontim 1 - 5ª Prova Especial 14:58
Queimadela 1 - 6ª Prova Especial 15:26
Gontim 2 - 7ª Prova Especial 16:11
Queimadela 2 - 8ª Prova Especial 16:29
Pódio - 17:30
Ricardo Leal Santos / Paulo Fiúza - MINI All4 Racing

Ricardo Leal dos Santos no top 10 •Piloto não quis correr riscos •Escolha de pressão de pneus condicionou resultado

A dupla Ricardo Leal dos Santos / Paulo Fiúza iniciou esta tarde a sua participação no Dakar Argentina Chile Peru 2012. Inscritos pelo Monster Energy X-raid Team, os portugueses averbaram, na primeira especial cronometrada com 57 quilómetros, o tempo de 34m25s, mais 2m13s que os seus companheiros de equipa Novitskiy/Schulz, que foram os mais rápidos do dia.

Aos comandos de um Mini All4 Racing, Ricardo Leal dos Santos terminou a etapa na 10ª posição um resultado que deixou o piloto satisfeito.

“O resultado está dentro do que era o nosso objectivo para este primeiro dia de prova. Foi uma especial curta, mas que deu para retomar o contacto com o carro e com o peso extra que transportamos. A parte inicial da especial tinha areia e algumas dunas onde, com uma pressão de pneus um pouco mais baixa, poderia ter feito melhor tempo”, referiu no final da especial Ricardo Leal dos Santos.

A etapa de amanhã liga Santa Rosa de la Pampa a San Rafael e terá um total de 781 quilómetros dos quais 295 serão cronometrados. O percurso da especial é inicialmente muito rápido, exigindo grande concentração. Um cenário que, depois de uma zonas com curvas rápidas em pista, passa para dunas. Em Nihuil a areia é cinzenta devido à intensa actividade vulcânica que esta região teve no passado.

Pedro Barreiros

domingo, 1 de janeiro de 2012

Carlos Sousa cumpriu esta manhã as últimas formalidades administrativas e técnicas antes do arranque oficial



Piloto português será amanhã o oitavo carro a partir da estância balnear de Mar del Plata para a primeira etapa do Dakar 2012, numa distância de 820 km até à cidade de Santa Rosa de Atacama. Pelo meio, um curto percurso cronometrado de 57 km em plena praia, onde as dunas servirão como primeiro teste às ambições do novo piloto oficial do Team Great Wall Motors…

A menos de 24 horas do início oficial da 34ª edição do Dakar, é já grande expectativa entre toda a caravana presente em Mar del Plata, uma das mais populares estâncias balneares da Argentina, localizada a cerca de 400 km da capital Buenos Aires, e que este ano acolhe pela primeira vez a partida do maior rali do mundo.

Chegado na véspera, Carlos Sousa cumpriu logo ao início da manhã de hoje, quando pouco passavam das 7h30 locais, as obrigatórias verificações administrativas e técnicas, num processo que se arrasta sempre por algumas horas, por toda a burocracia que implica, mas que decorreu sem qualquer problema para toda a equipa da Great Wall Motors, este ano bem mais numerosa que nas últimas duas edições e também muito mais requisitada pela Imprensa internacional.

“Percebe-se que existe uma grande curiosidade e expectativa em volta de toda a equipa, quer da parte do muito público aqui presente, quer da parte dos jornalistas estrangeiros, que nos colocam entre os principais outsiders desta edição. Acima de tudo, é fantástico voltar a viver estes momentos e poder reencontrar muitos amigos que já não via há quase dois anos”, afirma o piloto português neste seu regresso à América do Sul e à prova que já disputou por 12 ocasiões, a últimas das quais em 2010.

“Apesar do ambiente ser bastante festivo, nota-se que não há tanta confusão como havia há dois anos em Buenos Aires, onde terão estado mais de 500 mil pessoas na rua a assistir à partida. De qualquer forma, já se sente aquela atmosfera própria do Dakar, com toda a gente a pedir-nos autógrafos e a querer tirar uma foto connosco ao lado do carro”, prossegue Carlos Sousa, num dia que terminou com a tradicional cerimónia de apresentação ao público, com a passagem de cada um dos 465 veículos inscritos (171 carros, 185 motos, 76 camiões e 33 quads) pelo pódio da partida.

“Costumo sempre dizer que este é o ‘dia zero’ do rali, já que após passarmos simbolicamente pelo pódio de partida e colocarmos o carro em Parque Fechado, entramos finalmente em ‘modo Dakar’. A partir daqui e ao longo dos próximos 15 dias, começam as verdadeiras dificuldades e instala-se uma espécie de nervoso miudinho entre todos os participantes”, explica o piloto oficial do Team Great Wall Motors a poucas horas de largar para a primeira de 14 etapas do Dakar 2012, numa edição que levará os concorrentes desde Mar del Plata, na Argentina, até Lima, no Peru, país que acolhe o evento pela primeira vez, num total de 8.363 km, dos quais 4.406 cronometrados.

“A expectativa geral é que vai ser uma edição bastante dura, talvez das mais duras de sempre aqui na América do Sul, com as principais dificuldades a estarem reservadas sobretudo para a segunda metade de prova, algo que me parece bastante positivo, pois terei tempo de adaptar-me ao carro e ganhar algum ritmo competitivo nos primeiros dias, a começar já pela etapa de amanhã”, como admite Carlos Sousa, que encarará este primeiro dia “quase como de um shakedown se tratasse”.

A própria Organização do Dakar apresenta esta primeira etapa, entre Mar del Plata e Santa Rosa de la Pampa, como um pequeno aperitivo que será servido aos competidores em plena praia, num percurso seletivo de apenas 57 km, maioritariamente em areia, a que se seguirá uma extensa ligação de 763 km até ao final da etapa.

Marco Barbosa

Africa Eco Race 2012 - 27 de Dezembro a 8 de Janeiro


Elisabete Jacinto vence 2ª etapa e reforça liderança da competição camião • Mantém um notável 5º lugar absoluto, depois de ter sido 6ª na etapa (auto/camião)

Elisabete Jacinto voltou hoje a ser mais rápida entre os pilotos de camião na 2ª etapa do Africa Eco Race 2012 que ligou Tarda a Mhamid. A piloto do Team Oleoban/MAN Portugal, aos comandos de um MAN TGS, gastou 4h30m39s a cumprir os 416 quilómetros de sector selectivo – uma média superior a 90Km/h, tendo terminando com uma vantagem de 9m39s sobre o Tatra do checo Tomas Tomecek.



Na classificação geral absoluta (auto/camião) a piloto mantém o 5º lugar absoluto de uma corrida que é agora liderada por Jean Louis Schlesser, depois de ter realizado o 6º tempo absoluto na etapa.



“Ao contrário da etapa de ontem, onde devido a uma indisposição terminei extremamente cansada e esgotada, hoje tudo funcionou na perfeição. O Zé fez uma navegação irrepreensível, o nosso camião portou-se lindamente e fizemos uma especial completamente limpa. Apenas um senão: está muito frio. Esta manhã antes de partirmos o termómetro marcava 0 graus e ontem terminei o sector selectivo com 4 graus. Demora a aquecer”, salientou Elisabete Jacinto que referiu ainda que “estes resultados são excelentes. Toda a vantagem que conseguirmos ganhar agora é importante, porque o Tatra tem uma enorme vantagem nas dunas da Mauritânia.

Classificação oficial Autos/Camiões: - Geral - SS 2 (PDF)


A terceira etapa do Africa Eco Race liga Mhamid a Assa. Sem ligações, de bivouac a bivouac, a etapa terá um sector selectivo de 414 quilómetros, sendo a mais longa em Marrocos e a passagem pelo Erg de Chegaga marca a entrada da prova nas dunas.


Pedro Barreiros / Fotos AIFA